Alimentação Após os 50

Alimentação Após os 50

Alimentação Após os 50

Alimentação Após os 50

A alimentação variada e saudável é uma parte importante da vida desde o nascimento. Este vai ser o material que vai permitir construir bases sólidas que lhe permitam ter saúde e qualidade de vida.

Com o passar dos anos, o corpo sofre milhares de transformações entre elas físicas, fisiológicas e metabólicas, com estas mudanças também surgem muitas doenças. A tarefa fundamental neste ponto da vida, é fornecer alimentos de qualidade e esquecer-se de preparações altas em gordura e açúcares, que, em vez de nutrir o organismo tornam lento e preguiçoso.

Alimentos com alto teor de fibra, com poder antioxidante, o consumo de água e o exercício são recomendações importantes para essa etapa. No entanto, há 7 alimentos que têm um poder adicional e que devem fazer parte da dieta após os 50 anos de idade:

Leguminosas: As leguminosas, além de ser uma opção deliciosa têm benefícios importantes para a saúde. Contêm grande quantidade de ferro e fibra, que, segundo revelam vários estudos diminui os níveis de colesterol e reduz a hemoglobina A1c, um marcador de controle de açúcar no sangue, em 0,5%, o que é uma melhoria importante.

Aveia: É um dos cereais mais completos. Seu consumo está relacionado com a diminuição de colesterol no sangue. É rica em fibras, principalmente as solúveis, assim como responsável de várias de suas propriedades benéficas para a saúde. Além disso, contém Avenina e Trigonelina, componentes que ajudam a reduzir a ansiedade e a conciliar o sono, funcionam como estimulante e reduz a fadiga.

Maçã: A maçã é uma das frutas mais fáceis de obter e levar na mão como opções para lanches. De acordo com um estudo publicado, em 2013, verificou-se que em salas de jantar onde o consumo de maçã é habitual, há menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, se relaciona com a diminuição do colesterol total e LDL.

Nozes: Um estudo realizado em 2013 na Espanha, descobriu que comer nozes todo dia reduz o risco de ataque cardíaco, AVC e morte por doença cardíaca em 28%. Além de nozes, amendoim, amêndoas e pistache são ricos em ácidos gordos saudáveis, que contribuem para boa fonte de vitaminas do complexo B e vitamina E, pelo o que são alimentos antioxidantes.

Vegetais de folha verde: Vegetais como espinafre, o brócolis, o repolho, a couve e outros vegetais de folhas verdes têm grande efeito antioxidante e anti-inflamatório. Têm sido relacionadas com a diminuição de risco de doença de Alzheimer, já que retardam o processo de envelhecimento das células.

Frutos: Os mirtilos, morangos e as amoras silvestres contêm antioxidantes como antocianinas e flavonoides, os quais ajudam a combater o envelhecimento através da prevenção e reparação de danos celulares, além disso, reduz os processos inflamatórios. São ricos em fitoquímicos que podem ajudar a perda de memória, já que aumenta o fluxo de sangue para o cérebro.

Iogurte: Excelente fonte de cálcio, vitamina A e vitaminas do complexo B. Fornece proteína da dieta, em especial o iogurte grego, o que favorece a manutenção ou ganho de massa muscular. A presença de probióticos e pré-bióticos no iogurte torná-lo um alimento funcional, gerando importantes benéficos a nível intestinal.